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quarentenado #2

sei la quantos dias já de distanciamento social e casa escritório, começo a ter os primeiros vestígios do problema de não conversar com pessoas reais… comecei a gostar de ouvir minha vizinha gritando com tudo e todos enquanto os filhos dão risada e logo depois viram o alvo dos gritos.

enfim, o que eu to ouvindo e um assistindo nesses últimos dias que vale a pena recomendar.

  1. Documentário (L)os Visitantes;

Um maluco brasileiro foi pra alguns estádios registrar e conversar com torcedores visitantes de jogos da libertadores e sul-americana. O resultado é só o fino da torcida sul-americana, pro bem e pro mal. O que eu mais curti é ter as letras traduzidas de muitos cânticos das torcidas da América do Sul. Não, não tem nenhuma torcida do BR.

2. Phoebe Bridges, Kyoto, 2020.

Uma das minhas artistas favoritas do momento, lançou ontem mais uma música do seu disco novo que tá pra sair em junho. Depressivo e épico misturando aquela dose de auto depreciação que eu gosto. Pra quem tb gostar, recomendo ouvir o álbum que ela fez com o Corno oberest: Better Oblivion Community Center antes de sair o disco inteiro.

3. Artificial “Free U.S.A.” 2005

Ouvindo o último, quer dizer, mais recente RoNca RoNca dessa semana com (só) o João Donato, lá pro meio do meio do programa, que é de 2007, ele diz o que anda ouvindo de coisa nova e dá a dica do disco ‘Free U.S.A’ do Artificial. Ele comenta também alguma coisa sobre as músicas serem gravadas com um game boy.

Fiquei curioso e fui ouvir, já na primeira música tive o estado do PIREI. Puro suco de maluquice eletrônica 8 bit com um vocal em inglês cheio de sotaque carioca. Eu gosto muito de música feita em 8-bit, mas aqui o bicho foi além.

O criador desses sons é Kassin, um produtor musical br bem conhecido e com vários outros trampos, entre eles, os dois últimos dos loser manos. Eu quero ir mais a fundo no trabalho dele agora e depois fazer um post aqui com o que mais gostei. vamo ver, tempo na frente do computador não tá faltando.

4. George Harrison (com Eric Clapton), live in Japan, 1992.

Na modinha das opiniões impopulares, lá vai a minha: Esse disco duplo do George com o Eric Clapton de segundo guitarra é melhor que boa parte da discografia dos Beatles sozinho. My sweet lord.

aleluia, aleluia

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