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É possível amar o que já acabou?

Algumas vezes me encontro com aquele sentimento propagado pelo neymar na frase: “Saudade daquilo que ainda não vivemos”. Mas o meu problema normalmente acontece na primeira pessoa do singular, mais ou menos como “que saudade daquele tempo que não vivi”.

Tive esse sentimento com muita força nessas duas últimas semanas, pois me apaixonei por uma banda que já acabou. E junto com ela fiquei viúva de um tempo e uma cidade que não voltam mais. Quem viveu deve saber o que eu to dizendo.

Muitas vezes o saudosismo impede a gente de ir pra frente, mas como amor platônico acaba rápido, logo eu volto pra realidade.

Fellini, Amor Louco (1989)

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